O otário economista

Antes de adentrar ao tema principal desta postagem, deixo registrado duas opiniões: Primeiro, não gosto do termo otário. De acordo com o dicionário, o termo é designado para pessoas ingênuas e que se deixam enganar facilmente. Não creio que as críticas feitas pelo site Canal do Otário sejam típicas de pessoas ingênuas, mas de pessoas com pouca informação, que são coisas distintas; segundo, defendo a importância do conhecimento dos fundamentos em economia. De modo recorrente vejo críticas de muitos cidadãos feitas com desconhecimentos de princípios básicos.

Devo afirmar que gosto muito do site, que em tom bem humorado, faz críticas relevantes a marcas e instituições muito conhecidas em nosso país. Trato agora do caso Nestlé, que você pode visualizar nesse link. O comentário feito é interessante e o caso que o Canal apresenta é curioso.

Uma das mais famosas lições de economia é a lei da oferta e da demanda:

Oferta e Demanda e as corridas de táxis

Dedução da curva de demanda individual

O que é demanda?

otário

Assim, quanto maior a demanda por um bem, maior será o seu preço. A demanda por um bem é estabelecida através das preferências do consumidor. O preço do ovo de páscoa pesando 500g é R$ 49,99 e uma barra de chocolate é de R$ 2,50. Segundo a imagem postada, pela proporção, o ovo de páscoa deveria custar R$ 7,50. E por que isso é uma afirmação absolutamente incorreta?

Veja, o que faz você comprar ovos de páscoa na páscoa e não em outras épocas do ano? Simples, porque as pessoas associaram o produto com a época. Evidentemente que aqui não há espaço para discutir o verdadeiro sentido da páscoa ou da argumentação de que tudo isso foi inventado pelo capitalismo para vender produtos. O que importa saber é que as pessoas preferem ovos de páscoa na páscoa e preferem comprar ovos de páscoa no lugar de simples barras de chocolate. É então aí que a magia acontece, se os preços são elevados é porque pessoas compram. Eles mesmos quase chegaram a essa conclusão:

O boicote é a arma mais eficiente que o consumidor possui a sua disposição, já que, ao deixar de comprar um produto, a empresa tem duas opções: diminuir sua margem de lucro (pressionando tb o governo a reduzir os impostos), ou quebrar. E se ela quebrar, surge oportunidade para outra empresa surgir, mais moderna, eficiente e com preços melhores… simples assim!

O canal critica o abuso da empresa, oras meus queridos otários, se a empresa vende e alguém compra, onde está o abuso? Não poderíamos concluir que as empresas que cobram mais caro em lugares mais próximos dos palcos de shows estariam abusando dos seus consumidores? Afinal, não é o mesmo show? Se o lugar na fila 3 é R$ 50,00, na fila 2 R$ 100,00, então, o lugar na fila 1 deve ser R$ 150,00? Por que não R$ 500,00 ou 500.000,00. Se a empresa estipula esse preço é porque alguém está disposto a pagar.

O problema da mentalidade de muitos brasileiros é tratar as empresas como demônios a serem expulsos de nossa sociedade. Ninguém está colocando uma arma na sua cabeça para comprar um ovo de chocolate. Se o preço de uma determinada marca é muito elevado, escolha outra que caiba em seu orçamento. Provavelmente, nem ocorrerá o que o Canal sugere, a empresa não irá quebrar, pois sempre existirá alguém disposto a pagar o preço proposto. Essa é, repito, a magia do mercado.

Essa mentalidade tacanha nos direciona aos momentos vividos pelos nossos vizinhos e outros países em outras épocas da história. Quando indivíduos segurando a bandeira da luta contra empresas exploradoras, levam a sociedade a uma economia planificada, onde a instituição benevolente decide o que é ou o que não é justo. O resultado todos nós sabemos, caso não, eu lhes digo, a tragédia de toda a economia.

De acordo com os otários, ainda, uma redução dos preços leva a uma redução dos impostos pelo governo. Definitivamente, não sei de onde eles conseguiram chegar a essa conclusão. Se dissessem que a receita com impostos reduziria tendo em vista a redução da margem de lucro, poderia inclinar-me e deixar o comentário para lá. De todo o modo, a argumentação revela a ignorância de como o mercado funciona. Talvez, eles creiam que o governo através da redução de impostos estimule o consumo dos ovos de chocolate, mas o problema sequer era esse. Se os preços reduzirem na magnitude que o governo reduz impostos a margem de lucro poderia nem ser afetada.

Por fim, no mesmo trecho citado acima eles concluem que, caso a empresa quebre pelo boicote, outras surgirão, mais modernas, eficientes e com menores preços. Por quê? O preço elevado dos ovos de páscoa não estão associados a elevados custos de produção, pelo menos não é o que parece ser o caso. Assim, não há que se falar em eficiência, e dizer que uma mega empresa como a Nestlé é ineficiente é brincadeira, não é mesmo? Eficiente é quem, a tia Zumira que vende chocolate caseiro na esquina da rua? E nada garante que a nova empresa não venda seus produtos a um valor mais alto ou sequer surja outra empresa, quem decidirá isso, adivinhem: é o mercado!


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Sobre aviões e a sociedade

Sobre aviões e a sociedade

aviões

A despeito de toda a comodidade que uma viagem de avião pode proporcionar, simplesmente odeio viajar de avião. Amo viajar, mas odeio a sensação de estar em uma máquina que pesa toneladas voando a quilômetros de altura. Nesses momentos, a minha racionalidade e meu pouco conhecimento de física mandam abraço e desaparecem.

De qualquer modo, sempre que estou sozinho em algum lugar, costumo observar o comportamento das pessoas em volta. E depois de tantas viagens, conclui que poucas situações cotidianas podem mostrar de modo tão claro a incapacidade das pessoas em seguir regras.

Como passageiro, você precisa seguir algumas regras. Essas regras são importante, pois são responsáveis em separar uma viagem segura de algo catastrófico. Da série de procedimentos que somos obrigados a nos submeter do momento em que realizamos o check in até o momento que recolhemos nossa bagagem na esteira, cada passo possui uma justificativa para seu cumprimento.

Do mesmo modo, o descumprimento de algum comando pode significar um simples desvio de conduta ou mesmo levar todos os passageiros a uma situação de grave risco.
Em uma situação de turbulência, o sinal de aviso de atar cintos é acionado. Por quê? Com a aeronave balançando freneticamente, qualquer um que se ponha de pé ou que fique sentado sem os cintos de segurança pode se machucar.

Ainda assim, não é incomum que muitas pessoas desobedeçam tal procedimento, obrigando a comissária desnecessariamente repetir o comando através do som do avião. Já embarquei em aeronaves em que a pobre funcionária teve que repetir o aviso ao menos três vezes em um intervalo de dez minutos.

Uma regra como essa existe por uma finalidade, nesse caso, para a segurança do passageiro. Se o passageiro descumpre esse comando, terá que arcar com as consequências que poderá advir. Seria então um direito do passageiro em descumprir a regra se ele está disposto a arcar com as consequências que talvez nem venha a ocorrer? A resposta é um não com ênfase.

Ao se desequilibrar nos corredores da aeronave o passageiro pode não somente se machucar como causar danos a outros passageiros, os mesmos que ao contrário do primeiro, aceitaram respeitar as regras colocadas. Seria justo, se é que podemos chamar assim, que aqueles que decidiram respeitar normas para a sua segurança sejam prejudicados por outros indivíduos que não seguem tais normas?

Ainda que o passageiro descumpridor da norma venha a se acidentar e mesmo assim não machuque nenhuma outra pessoa, o mesmo dificilmente vai arcar com as consequências do acidente. É simples concordar que o mesmo encontrará uma forma de obter algum tipo de indenização por parte da companhia aérea. Seria justo obrigar a empresa pagar por um acidente que poderia ter sido evitado pelo passageiro se ele cumprisse as normas previamente informadas de modo exaustivo e entediante pelos comissários?

Existe um grupo em ascensão promovendo a desobediência em relação às resoluções do império estatal, pois a liberdade individual não deve ser obstruída por qualquer tipo de regulamentação. Ainda que sejamos contrários a coercibilidade empregada pelo Estado, não podemos, de modo algum, sugerir que o indivíduo livre deve ser despido de toda obrigação em seguir determinadas regras. As regras existem para que seja possível um convívio em sociedade, elas devem fundamentar-se na proteção de direitos individuais fazendo surgir, então, os deveres.

Usando o mesmo raciocínio, as regras devem vir acompanhadas de sanções, mesmo que não sejam aplicadas por uma instituição como o Estado. Podem ser culturais e configuradas através da razão coletiva de todos os indivíduos. Não há como construir regras que agradem a todos os membros de um grupo, mas viver sem elas é conduzir o mesmo grupo ao fracasso.

Ainda usando a alusão ao comportamento das pessoas nas aeronaves, nos questionamos sobre dois outros aspectos. Primeiro, o que esperar de indivíduos que com o tempo se tornaram incapazes de seguir simples comandos? Como acreditar que esses mesmos seguirão regras consuetudinárias com fim da existência de um Estado opressor? Em segundo lugar, as pessoas estão sempre buscando seus direitos e exigindo que o terceiro cumpra seus deveres. Fácil obrigar o outro a usar os cintos quando você mesmo não o faz e ainda que não o faça, as outras pessoas são obrigadas a te lembrar de seu dever, pois do contrário a culpa é delas.

Enfim, enquanto não compreendermos o verdadeiro sentido intrínseco nas definições de direito e dever, liberdade e consequência, a sociedade livre vai continuar sendo o que ela é hoje, uma utopia.


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Manipulação Midiática

Desde quando frequentava as primeiras salas do curso de graduação, sentia-me fortemente irritado com algumas expressões bastante usadas por algumas pessoas. Já comentei diversas vezes sobre algumas delas por aqui: alienação, manipulação e etc. Algumas ideias parecem-me adequadas em argumentos oriundos de pessoas com uma base científica introdutória, mas um pecado mortal para aqueles que estão ou se dizem estar em uma posição avançada na compreensão do estudo.

Algo em mim estremece quando leio sobre a manipulação da mídia em determinados contextos. Aliás, cabe ressaltar que acusar a mídia de manipulação deixou há muito tempo de ser ferramentas de grupos progressistas, esquerdistas ou seja lá como você goste de rotular tais pessoas. Acusar de manipulação é uma forma de depreciar a fonte de uma informação que é diametralmente oposta aos que se julgam com a verdadeira visão sobre algo.

Primeiramente, devemos pensar em que mídia é essa que sempre falamos. Todos os mecanismos pelos quais nos utilizamos para obter informação e tais mecanismos são capazes de reproduzir essa mesma informação de forma massiva são considerados, para todos os fins, como mídia. A informação, como já tratei por aqui, é matéria prima para a formação de opinião. Não existe em absoluto informação inútil ou útil, talvez boa ou ruim, mas o que realmente importa é o uso que fazemos dessas informações. Para se alcançar uma boa opinião, precisamos fazer uso de nosso conhecimento, o senso crítico é importante, além de outros itens obtidos com a experiência.

manipulação

Quando alguém diz que uma empresa de comunicação manipula, distorce a verdade e, consequentemente, provoca uma reação programada a um grupo de pessoas, penso imediatamente nas implicações dessa ideia. Manipular significa alterar a realidade, omitir fatos e reproduzir um evento de tal forma que provoque reações desejadas em um público. Esse alvo é massivo, trata-se de uma significativa parcela da população e que, pelo seu tamanho, consegue influenciar substancialmente os rumos da conduta social.

Assim, quando um telejornal (um dos recursos tecnológicos de mídia) apresenta uma notícia, essa deve ser isenta de opinião e permitir que o telespectador faça suas próprias inferências. Já ouvi diversas vezes, inclusive de profissionais da área, que o jornalismo isento e completamente imparcial é impossível. O jornalista deve informar e não opinar, mas evidentemente que suas convicções influenciarão, ainda que involuntariamente, o modo pelo qual a informação é dada.

As ciências naturais tem o privilégio de garantir condições invejadas pelas ciências sociais. Todos os profissionais dessa última não são capazes de isolar variáveis como fazem os biólogos e químicos. Além disso, ao contrário de um ornitólogo que não é uma ave e pode observar seu objeto de estudo com distanciamento, o cientista social não pode garantir que seus estudos sobre a humanidade e suas interações não tenham sido contaminados pelo fato de ser ele mesmo humano. Como ser observador e objeto da própria análise?

Da mesma forma, como seria possível dar uma notícia isenta de opiniões, de juízo de valor, de aspectos subjetivos, convicções etc.? Seria o jornalista um profissional em busca de sobrenaturalidade? E a mais importante de todas essas questões, qual o problema de uma notícia carregar consigo um extrato de subjetividade?

De modo algum podemos afirmar que a mídia não tenha um papel relevante na formação de opinião de uma sociedade. Não por outro motivo, que a liberdade de expressão, notadamente a liberdade de imprensa, é tão defendida e considerada como elemento indissociável de nações democráticas. A imprensa é, em regra, o primeiro alvo de ataques e boicotes em nações que introduzem um regime autoritário. Imprensa calada é sinônimo de sociedade muda.

Além disso, não coaduno com a ideia de que pessoas com baixa capacidade de raciocínio ou de crítica sejam as únicas afetadas pela manobra dos veículos de comunicação. Ao entrar em uma página de notícias, você pode se deparar com três tipos de matérias: (a) a que você concorda; (b) a que você não concorda e; (c) a que você não possui uma opinião formada.

Uma pessoa mediana ao deparar-se com a matéria do tipo “a” irá compartilhar a informação e obterá dos fatos ou opiniões nela constantes fundamentos para os seus próprios, ainda que não tenha feito uma investigação mais profunda. Quando em frente à matéria do tipo “b”, é possível que a mesma nem seja lida ou isso feito com indolência, estando o leitor se resignando a obter o outro lado da mesma história, oferecendo a oportunidade de reforçar a sua tese inicial ou repensá-la. Creio ser somente a matéria do tipo “c” capaz de influenciar as mentes mais desavisadas, pois é natural que fiquemos inclinados a concordar com a primeira opinião sobre algo que não tínhamos uma posição prévia.

Todavia, é a matéria do tipo “b” a mais comum em ativar o clamor pela destruição da mídia manipuladora e golpista. Essas pessoas, diante de uma notícia contendo uma visão da qual discordam, sentem-se irritadas em saber que outras pessoas possam concordar com tal visão. Principalmente aquelas do tipo “c”. Primeiramente, elas ignoram o fato da impossibilidade de neutralidade da informação e depois, não conseguem conviver com uma opinião contrária sendo veiculada nos principais veículos de informação.

Não faço a defesa de que não haja o poder da mídia em influenciar grande parte da sociedade através da forma como um fato é apresentado. Não defendo que esse poder não seja ruim. Creio que o motivo desse grande temor, porém, é causado na maioria dos casos pela incapacidade de obter informações através de diferentes canais. As pessoas estão cada vez mais preguiçosas e incapazes de realizar uma investigação crítica daquilo que lhes é apresentado. E isso, repito, não está necessariamente vinculado ao baixo nível de instrução das pessoas, mas a qualidade do próprio indivíduo em conceber os elementos que os cercam.

Se a mídia manipula é porque as pessoas são manipuláveis. Aceite isso ou toda vez que usar esse argumento para depreciar uma posição contrária, você estará atestando sua desonestidade intelectual ou que de fato você é um completo ignorante.


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Tributos, impostos, contribuições e taxas

A ciência econômica e a ciência jurídica, é claro, são distintas ferramentas de compreensão de um mesmo universo. Seus objetos de estudos são diferentes e por vezes alguns conceitos carregam alguma confusão. Já tratei em alguns casos nesse blog de conceitos relativos entre economistas e contadores e pretendo, da mesma forma, abordar alguns entre economistas e os operadores do direito.

Tributos

Os manuais de economia, sejam eles de macro ou de microeconomia, reservam algumas páginas para tratar da natureza e do impacto da tributação nas decisões dos agentes.

Vamos lembrar da função da Demanda Agregada (DA) de uma economia fechada que afirma que essa é determinada por:

DA = C + I + G,

onde C é o consumo das famílias dado por:

C = Ca + c(Y – T).

Sendo Y – T a renda disponível para as famílias e c a propensão marginal a consumir.

Desse modo, o aumento da tributação impactará negativamente o nível de consumo das famílias e terá influencia na própria determinação da demanda agregada do sistema.

tributos

Do ponto de vista da análise clássica, os tributos impactam na determinação dos excedentes do consumidor e do produtor e, por consequência, no bem estar social.

De modo simples, para a economia importa saber que o Estado aufere receita através de pagamentos compulsórios de toda a sociedade. Essa imposição tem impactos na economia, nas decisões dos agentes, nos mecanismos de mercado e etc.

Por outro lado, o Direito está preocupado com a natureza dessa receita. Definir que tipo de tributo estamos tratando é importante para análises jurídicas sobre os mesmo. Nesse aspecto nos apoiamos no artigo 145 da Constituição de 1988.

Art. 145. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos:

I – impostos;

II – taxas, em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização, efetiva ou potencial, de serviços públicos específicos e divisíveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição;

III – contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas.

Assim, do ponto de vista da análise jurídica temos que:

Tributos: É o gênero que agrega todas as formas de receitas fiscais do Estado (impostos, taxas, empréstimos compulsórios e contribuições).

Impostos: São receitas não vinculadas a um destino específico.

Taxas: Vinculado a uma contraprestação de um serviço público específico prestado ao contribuinte e prestado pelo poder público.

Contribuições: São receitas vinculadas a uma finalidade específica, podem ser econômicas ou sociais.

Empréstimos compulsórios: O governo pode defini-los em situações de emergência.

Economistas costumam falar de impostos como sinônimo de tributo, mas isso pode ser justificável pela carga teórica que a economia agrega a este conceito. No entanto, impostos é uma das espécies de tributos existentes.

Você pode gostar ainda de:

Conceitos de tributação

Impostos no Brasil

Impostômetro


Fórum Academia Econômica

Há algumas semanas resolvi disponibilizar um espaço para estudantes de economia. No então Escola Academia Econômica, o objetivo era compartilhar informações e oferecer materiais e outras ferramentas interessantes para o estudo. Ainda que com pouca divulgação, mais de 50 pessoas se registraram no espaço. Contudo, não houve qualquer interação dos participantes. Esse fato, associado ao imenso trabalho de manutenção da plataforma, tornou o projeto inviável.

De toda forma, como alternativa, estou disponibilizando um fórum para compartilhar materiais e ser local de interatividade na busca de resolução de dúvidas sobre os temas relacionados à economia. O fórum é um aplicativo imensamente mais fácil de manter e administrar. Com isso, espero que conquiste o mesmo objetivo que o Escola Academia Econômica possuía.

Acesse http://forum.academiaeconomica.com, registre e tenha acesso a essa ferramenta que pode ser útil para muitas pessoas. Da mesma forma, muitos conteúdos serão compartilhados exclusivamente por lá.

Abraços a todos!


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